|
Em
2018 pela primeira vez desde 2014(em que a coordenação da Copa
Paraná passou a ser terceirizada) a temporada teve etapas no
norte, oeste com a prioridade voltando à Região Metropolitana
com a Fórmula K2 como coordenação principal. O ano que começaria
em Abril teve que ser postergado para o mês seguinte. Duas
sedes que buscavam sediar etapa via Copa Paraná eram Paranavaí
e Maringá,.. mas Maringá não corre com chuva. O estado
atualmente é o estado com mais lugares que não se corre quando
chove(3). A temporada começou em Paranavaí com a liderança de
Alex Alves, Luiz Aguiar e Jhonatan Portilho. Por conta da
economia do país, este segundo que estava um pouco afastado da
Copa, participaria da maioria das etapas em uma temporada que
começaria um pouco depois e terminaria um pouco antes mantendo
mais ou menos a média de etapas dos 4 anos anteriores. Seria um
ano mais compacto. Juntamente com Paranavaí, Foz do Iguaçu
teria normalmente etapa válida pela Copa Paraná, com a
renomeada Copa 3 Fronteiras(ex Copa Performace).
O
Ano começando no Norte, logo viria para a região metropolitana
de Curitiba com a Fórmula K2, campeonato principal da
temporada. Além da liderança pré alcançada em Paranavaí,
pilotos como Maurício Duvoisin seriam candidatos inicialmente
ao título iniciando o ano com duas vitórias acompanhadas de
poles e voltas mais rápidas, que faziam a pontuação máxima
por etapa. Com 3 descartes até a penúltima etapa, a última
etapa seria resultado indescartável. Com 3 resultados máximos(5
vitórias em 3 etapas) e um terceiro lugar nas 4 etapas até a
última etapa, Luiz Aguiar entraria na derradeira com 9,5 pontos
de vantagem. A última etapa seria debaixo de chuva no RA Kart.
A vantagem ampliou e Luiz Aguiar terminou o ano como 12º campeão
e 123,5 pontos contra 112 pontos da segunda colocada, Catherine
Matoski que também consolidaria o Feminino pelo 3º ano
consecutivo. Como melhor Piloto estrangeiro, Javier Gonzalez.
Luiz Aguiar também levaria o campeonato de Poles e Voltas Mais
Rápidas além do Regional Curitiba.
|